‘Há escolas sem preparo’, avalia geneticista sobre ‘inclusão’ de crianças com Síndrome de Down
Foto: Cláudia Cardozo / Bahia Notícias
Avanços na Saúde e na convivência humana têm dado a portadores de Síndrome de Down mais do que sobrevida. Para checar isso, basta ligar a TV, ir a um shopping, ou mesmo fazer compras em um supermercado. Não vai ser surpresa se você se bater com eles. Segundo a geneticista da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Helena Pimentel, já foi o tempo que a condição tornava incapacitante quem nascia com a alteração genética. “Hoje nós temos muita tecnologia, muitas terapias e esse indivíduo pode ter uma sobrevida dentro do padrão normal”, disse em entrevista ao Bahia Notícias. No entanto, segundo Helena, a caminhada de aceitação social para os portadores ainda precisa percorrer um longo caminho. Um dos pontos cruciais é a palavra mágica “inclusão” que ainda precisa ser convincente. “Existem escolas que não têm preparo”, avalia. Na conversa com o BN, Helena ainda falou sobre as dificuldades enfrentadas pelas famílias, relatou problemas de preconceito ainda crônicos (até em profissionais) e apontou o aumento das chances da síndrome em mulheres com mais de 35 anos. Confira a entrevista na íntegra na Coluna Saúde.
