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Prefeitura de Paulo Afonso nega que porteiro acusado de aliciamento trabalhe em hospital

A Secretaria Municipal de Saúde do município de Paulo Afonso, no norte baiano, informou, nesta quinta-feira (30), por meio de nota, que um homem acusado de aliciar menores não exercia a função de porteiro em nenhuma unidade local. De acordo com a pasta, Antonio Ribeiro da Silva, conhecido como Tonho Fininho, foi aprovado no Processo Seletivo nº 001/2013, mas não compareceu aos plantões. Por isso, seu decreto foi cancelado. O órgão disse, ainda, que durante o processo seletivo o porteiro apresentou os requisitos exigidos, inclusive experiência na função de segurança pública. O homem, de 41 anos, foi preso, nesta terça-feira (28),
suspeito de aliciar uma adolescente de 14 anos para a prostituição. A adolescente declarou que Tonho cobrava R$ 80 por programa que ela era obrigada a fazer e sua recompensa era de R$ 50. Tonho Fininho está custodiado na Delegacia Territorial (DT/Paulo Afonso) à disposição da Justiça.