Coluna A Tarde: Uma eleição sem festa
À primeira análise, o mandato de dois anos do novo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Eserval Rocha, que se empossará em fevereiro, não será de tranqüilidade, mas de exigências que, seguramente, serão feitas pelo Conselho Nacional de Justiça, CNJ, para corrigir os problemas do Judiciário da Bahia, um dos piores do País, conforme revelação da ministra Eliana Calmon, do STJ, ex-corregedora do Conselho. O desembargador foi eleito ontem, com 22 votos, contra 14 da desembargadora Lícia Laranjeira e cinco da desembargadora Ivete Caldas. Clique aqui e leia na íntegra a coluna desta quinta-feira (21).
