Coluna A Tarde: PT baiano procura saídas

O PT baiano, a exemplo do cão, passou a corre atrás do próprio rabo, de sorte a encontrar uma forma de pegá-lo. Dessa maneira, vai ser difícil decidir sobre o enigma que lhe está posto para decifrar a sucessão do governador Jaques Wagner, e encontrar uma saída de sorte a escolher, dentre quatro candidatos, aquele que será, presumivelmente, o preferido do partido à sucessão do próximo ano. O partido começou errado, no início do ano, ao lançar quatro pré-candidatos, o que jamais deveria ter acontecido. Um candidato ao governo emerge naturalmente, a não ser que seja imposto, com costuma acontecer quando há um líder que fica muito acima dos integrantes da legenda. Foi o caso de Lula, que escolheu sozinho Dilma Rousseff, retirando-a da cartola sem que ninguém desse um pio, sequer. É a tese da escolha de um poste, como muitas vezes aconteceu na Bahia carlista. Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (29).