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Os dez PMs da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha (UPP), acusados de matar em julho deste ano o ajudante de pedreiro Amarildo Souza, de 43 anos, se apresentaram na noite desta sexta-feira (4) ao Comando da Polícia Militar, no centro do Rio de Janeiro. Eles tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça fluminense. Entre os PMs está o major Edson Santos, ex-comandante da unidade policial. Todos serão encaminhados para exame de corpo de delito e, em seguida, para alguma unidade prisional. A juíza da 35º Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, Daniella Prado, determinou a prisão preventiva do grupo por coação a testemunhas. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o major Edson Santos teria oferecido uma casa na favela de Rio das Pedras, área dominada por uma milícia, para que, em troca, uma testemunha modificasse o seu depoimento contra os PMs. O jovem e sua mãe foram incluídos no programa de proteção à testemunha, sendo retirados da capital fluminense. Há um mês, quando surgiu a denúncia, o major negou as acusações. Os dez policiais foram denunciados (acusação formal) na noite desta quinta (3) pelo Ministério Público. A juíza além de acatar a denúncia, abriu um processo contra os acusados.


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