Todos os ativistas do Greenpeace são acusados formalmente de pirataria
Foto: Agência Brasil
A Rússia acusou formalmente de pirataria os 30 membros e colaboradores do Greenpeace, a maioria formada por estrangeiros e uma brasileira (veja aqui
), envolvidos em uma ação de protesto contra a exploração petrolífera no Ártico, anunciaram nesta quinta-feira (3) as autoridades do país. “Os 30 suspeitos do inquérito de investigação sobre o ataque na plataforma Prirazlomnaia [da Gazprom] foram acusados”, indicou a comissão de inquérito sobre o caso, em comunicado. Os membros e os colaboradores da organização não governamental (ONG) podem cumprir pena de até 15 anos de prisão. “Os acusados não reconhecem sua culpabilidade e se recusam neste momento a prestar depoimento”, informou o comunicado. Segundo a Agência Brasil, no fim de semana passado, um tribunal da cidade de Murmansk (noroeste da Rússia) ordenou a prisão preventiva por dois meses de toda a tripulação do navio do Greenpeace, o Artic Sunrise.
