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Empresas acusadas de cartel pagaram R$ 52 mi para consultorias simuladas, diz PF

Empresas de consultoria são investigadas pela Polícia Federal, sob suspeita de repassar propina a políticos e funcionários públicos desde o final da década de 1990, no caso das fraudes em licitações de trens em São Paulo. Segundo reportagem da Folha, as companhias acusadas de fazerem parte do cartel pagaram R$ 52 milhões a firmas de consultoria, algumas delas identificadas pela primeira vez em inquérito aberto pela PF em 2008 para apurar negócios da multinacional francesa Alstom com empresas do setor elétrico e de transporte, controladas pelo governo estadual. No mesmo ano, a Polícia Federal passou a investigar companhias denunciadas pela alemã Siemens ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) como integrantes de um cartel que teria acertado várias concorrências do Metrô e da CPTM entre 1998 e 2008. Quatro consultorias receberam dinheiro da Alstom e de duas outras empresas acusadas de participar do cartel – a canadense Bombardier e a brasileira Tejofran – segundo as investigações da PF. A polícia acredita que as consultorias simulavam a prestação de serviços e eram utilizadas para distribuir propina a políticos e funcionários ligados ao PSDB, que governa o estado de São Paulo desde 1995.