Testemunhas do caso Amarildo são retiradas do Rio de Janeiro
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Duas testemunhas do inquérito que investiga o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, foram retiradas da cidade, na madrugada deste sábado (21), pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, com a ajuda da Polícia Federal. Um adolescente de 16 anos e sua mãe pediram para ingressar no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte, do governo federal. Enquanto a solicitação é analisada, a Secretaria de Direitos Humanos optou por retirá-los da capital fluminense porque, segundo a pasta, os dois correm risco de morte. O adolescente chegou a dizer, em depoimento, que Amarildo foi morto por um traficante da Rocinha. Em seguida, declarou que foi coagido pela Polícia Militar para dar a informação.
