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Polícia faz nova reconstituição do caso Amarildo

Polícia faz nova reconstituição do caso Amarildo
Foto: Reprodução
A Polícia Civil concluiu na madrugada desta segunda-feira (9) uma nova reconstituição para tentar esclarecer o desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo Souza, visto pela última vez no dia 14 de julho, após ser levado por policiais militares para uma averiguação na sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro. A segunda simulação começou por volta de 20h30 deste domingo (8), quando o carro da UPP deixou a localidade conhecida como Largo do Boiadeiro, conduzido por um policial militar, cuja identidade não foi revelada, e por um perito. Outros PMs e funcionários do Ministério Público (MP) também participaram dos trabalhos. De acordo com o delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios da Polícia Civil e responsável pelo caso, duas linhas de investigação são desenvolvidas: a de que Amarildo teria sido morto por traficantes e de que policiais militares estariam envolvidos no sumiço do ajudante de pedreiro. "Só mesmo após o laudo pericial vamos definir se houve contradições [no depoimento dos policiais] ou não", disse Barbosa.