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Desaparecimento de ossadas é 'inaceitável', diz comissão de direitos humanos da OAB

O desaparecimento de possíveis ossadas de guerrilheiros executados pelo Exército brasileiro durante a guerrilha do Araguaia foi classificado como “inaceitável” pelo presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Wadih Damous. “É inaceitável que uma coisa dessas aconteça”, disse, por meio de nota, Damous, presidente da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro. De acordo com ele, o sumiço demonstra que o governo brasileiro não tem real interesse em “passar a limpo a história da ditadura”. Localizados em 2001, em Xambiobá (TO), cinco ossadas e um crânio desapareceram em Brasília. A suspeita é de que os ossos, que apresentavam sinais de violência na época em que foram encontrados, pertencem a integrantes da guerrilha do Araguaia, maior conflito entre a esquerda armada e militares durante a ditadura. Informações da Folha.