Coluna A Tarde: O Brasil dos patriotas

Até que o ministro Antônio Patriota demorou à frente da chancelaria brasileira traçando os rumos trôpegos da política de relações exteriores do País. Na verdade, não houve política externa e, sim, uma série de discursos que, somados, não disseram nada a não ser repetições de mesmices. O Brasil, no período Patriota, não apresentou nada que justificasse o nome do ministro porque foi de um letargia e de uma lenga-lenga internacional como pouco se viu. Ficou à distância de Celso Amorim. O Brasil praticamente sumiu do cenário das nações. A saída do ministro só poderia acontecer tal como visto: diante de um fato inusitado e desmoralizante. De qualquer maneira ele irá representar o País nas Nações Unidas e se afasta daqui para morar em Washington. Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta quinta-feira (29).