Coluna A Tarde: O jogo da oposição
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Não é somente o governador Jaques Wagner e o seu PT que cuidam da sucessão governamental baiana. É certo que os petistas saíram na frente, com quatro pré-candidatos, hoje reduzidos a dois, com o afastamento do ex-prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, enredado numa teia de aranha que poderá levá-lo à justiça, e o secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli, que está encontrando dificuldades no partido. Não está inteiramente fora do jogo. A novidade é o processo de organização das oposições no Estado, insuflado pelos resultados das pesquisas eleitorais recentes. Os governistas ainda contam com Lídice da Mata, a depender do pré-candidato à Presidência Eduardo Campos; o vice-governador Otto Alencar, e o deputado presidente da Assembléia, Marcelo Nilo, mais do que nunca candidato. Aliás, candidatíssimo. Dos três nomes citados neste parágrafo, quem provavelmente está mais cômodo é Nilo, como será possível observar no transcorrer desta análise. Clique aqui e leia a íntegra da coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde deste domingo (8).