Coluna A Tarde: Os sinais da reação
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Não seria incorreto avaliar como hipótese viável um confronto final para a Presidência, no próximo ano, entre duas mulheres, Marina Silva e Dilma Rousseff. Esta possibilidade cresceu no final da semana passada quando a presidente recuperou alguns pontos perdidos, seis, a partir do grito das ruas. Dentre os seus possíveis adversários, somente Marina avançou, de 23% para 26%, ganhando três pontos sem que tenha, sequer, um partido, por ora, para a disputa, já que o seu Rede da Sustentabilidade poderá se tornar inviável. Até aqui não conseguiu avançar para conquistar as assinaturas que a legislação eleitoral exige para se criar uma legenda. Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (13).