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Passe Livre: Manifestante sente diferença no tratamento da PM com o protesto

Por José Marques/ Juliana Almirante

Passe Livre: Manifestante sente diferença no tratamento da PM com o protesto
Foto: Ag. Haack / Bahia Notícias
Os manifestantes do Movimento Passe livre que tentam chegar à Arena Fonte Nova neste domingo (30) pretendem sentar no chão quando encontrarem um cordão fechado de policiais que fazem a segurança do perímetro da Fifa. Apesar de ter conseguido desfazer uma barreira, o protesto só tem abertura de passagem garantida até o 5º Centro. De acordo com Marco Rezende, do coletivo Identidade Negra, a medida foi deliberada na assembleia de sábado (29). “Como foi decidido, vamos tentar chegar ao cordão e sentar no chão, mas como teve gente que não foi à assembleia, pode ter alguém que não cumpra o ato”, afirmou. O ativista sentiu uma diferença no tratamento da Polícia Militar no protesto deste domingo (30). “Estou esperando o melhor. Uma coisa é negociar com o PM [tenente coronel] Baqueiro, outra é com a Cipe e a Choque, que são passíveis de agredir. O trabalho deles é agredir e dispersar. Aí se aproveitam para prender quem se irrita”, avaliou Rezende.