Greve dos servidores prejudica Operação Tapa Buraco, diz prefeitura
A greve de uma pequena parte dos servidores municipais prejudica a Operação Tapa-Buraco, segundo a prefeitura de Salvador, por conta da paralisação da usina onde é produzido o revestimento usado nas ações para recuperação da malha viária. Deixariam de ser produzidas 200 toneladas do produto por dia, o que corresponde a seis mil toneladas ao final de um mês. Apesar disso, a prefeitura trabalharia para dar continuidade à operação com 24 equipes nas ruas, comprando o material necessário. Em seis meses, a usina já ficou paralisada por quase 45 dias, antes da greve, servidores também suspenderam as atividades por duas semanas, quando resolveram retornar às negociações com a Prefeitura. Estão sem trabalhar 42 pessoas, entre motoristas, funcionários do setor administrativo, serventes, operadores de pá-carregadeira, de brita, balança, silo de pó de pedra, profissionais de primação, expedição, fiscais de tempo, operador de usina, entre outros.