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Sociedade Interamericana de Imprensa pede que autoridades garantam segurança de jornalistas

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) pediu que autoridades brasileiras investiguem agressões e ameaças contra jornalistas que fazem a cobertura das manifestações no Brasil. Em nota, a entidade exige que seja garantida a segurança dos meios de comunicação e dos profissionais no exercício de seu trabalho. Um dos casos mencionados pela entidade ocorreu no Rio Grande do Sul, onde “manifestantes radicais tentaram atacar o prédio do Grupo RBS (onde funcionam os jornais Zero Hora, Diário Gaúcho e a Rádio Gaúcha), e tiveram de ser contidos pela Brigada Militar, que usou bombas de gás e balas de borracha para dispersar os revoltosos". No comunicado, o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, Claudio Paolillo, também critica a violência contra os profissionais de imprensa nas manifestações: "Pese a legitimidade de qualquer protesto popular, não existe nenhuma justificativa para que os jornalistas e meios de comunicação sejam agredidos ou ameaçados. Justamente em um período de conflito, a melhor garantia para os cidadãos é que a informação possa fluir sem problemas", afirmou. Para Paolillo, as autoridades brasileiras devem empenhar todo seu esforço para garantir a proteção de jornalistas e veículos de comunicação. “A liberdade de imprensa é imprescindível para que se conheçam os abusos e também as soluções, assim como assegurar os direitos e deveres constitucionais de todos os cidadãos". Por fim, nomes de jornalistas agredidos durante os protestos pelo Brasil, “ora pela polícia, ora por manifestantes”, foram citados pela SIP.