Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Governistas deixam plenário e sessão de votação da reforma tributária cai por falta de quórum

Por Rodrigo Aguiar / Bárbara Souza

Governistas deixam plenário e sessão de votação da reforma tributária cai por falta de quórum
Fotos: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias | Antônio Queirós/CMS
Prevista para a tarde desta segunda-feira (3), a votação dos projetos da reforma tributária – proposta pelo prefeito ACM Neto (DEM) – pela Câmara Municipal de Salvador foi adiada por falta de quórum para a realização da sessão. A oposição, que ameaçava obstruir a pauta de votação, não precisou gastar energia porque foram os próprios governistas que derrubaram o quórum. A maior parte da bancada de apoio ao prefeito deixou o plenário para inviabilizar a sessão. O líder do governo na Câmara, vereador Joceval Rodrigues (PPS) minimizou a atitude dos pares, ao alegar que é necessário fazer uma análise mais detida dos projetos e ressaltar que a base está “coesa” e o almoço com o chefe do Executivo na manhã desta segunda foi “um sucesso” e reuniu todos os vereadores do bloco governista. “Eu não queria que acontecesse de chegar emenda em cima da hora como já aconteceu aqui na Casa. Não há problema na base”, disse Joceval, em entrevista ao Bahia Notícias. Ele acredita que a reforma será votada ainda nessa semana e estima que “30 ou 31” edis votarão pela aprovação da proposição. Já o líder da oposição na CMS, Gilmar Santiago (PT) considera que o governo não conseguiu costurar em tempo hábil o apoio para aprovar os projetos. “A minha leitura é a seguinte: a reforma é muito complexa e mesmo os vereadores da bancada do governo não querem botar sua digital sem um debate maior”, declarou ao BN. O petista aposta que a “falta de unidade” do bloco governista foi um dos “entraves” para que a base aliada ao prefeito ACM Neto não conseguisse garantir a votação da reforma nesta segunda.