Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

MP-BA e prefeitos da RMS discutem Segurança Pública

MP-BA e prefeitos da RMS discutem Segurança Pública
Foto: Divulgação
Representantes do Ministério Público da Bahia (MP-BA) se reuniram, na manhã desta terça-feira (28), com os prefeitos da Região Metropolitana de Salvador (RMS) para discutir questões relacionadas ao combate à violência nos municípios que compõem a área. Presidida pelo procurador-geral de Justiça Wellington César Lima e Silva, a reunião contou com a participação dos alcaides de Camaçari, Ademar Delgado (PT); de Candeias, Sargento Francisco (sem partido); Simões Filho, Eduardo Alencar (PSD); e do secretário de governo de Lauro de Freitas, Márcio Leão, que representou o prefeito Márcio Paiva (PP). O órgão apresentou os índices atuais de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) na RMS e sugeriu a elaboração de diagnósticos que sirvam de base para a implementação de medidas objetivas e estruturantes, com ações imediatas para o fortalecimento da segurança pública nas cidades. O encontro foi convocado pelo MP-BA, por sugestão do Comitê Executivo do Programa Pacto Pela Vida, para tratar de demandas relativas à segurança pública nas cidades da RMS junto aos gestores municipais e aos representantes das Polícias Civil e Militar. Foram discutidas questões como iluminação pública, transporte, policiamento, videomonitoramento e outras ações relacionadas à prevenção e combate à violência. Segundo o procurador geral, a questão da violência na RMS precisa ser tratada de forma "sistêmica, envolvendo os mais diversos atores". “A presença do Estado, através das municipalidades e das Polícias Civil e Militar, passa uma outra percepção do local, dificultando a ação criminosa. O ambiente fica com outro condicionamento, muito menos propício à prática de determinados crimes, não só os letais contra a vida, mas de outras modalidades”, afirmou o procurador. Como encaminhamento, ficou definido que, em 15 dias, os municípios enviarão ao órgão um documento com indicações das iniciativas já implementadas para a prevenção e combate à violência e as suas carências.