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'Escolha de Feliciano é inaceitável', diz Anistia Internacional

'Escolha de Feliciano é inaceitável', diz Anistia Internacional
A Anistia Internacional afirmou, em nota divulgada à imprensa, que a escolha do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) para a presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal é "inaceitável", por suas "posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT e as mulheres". A nota foi divulgada neste domingo (24). O parlamentar, eleito no início do mês para o cargo, é acusado por movimentos sociais de ser homofóbico e racista. Eles pedem a renúncia do social-cristão do comando do colegiado. Feliciano nega as acusações e diz que apenas defende posições comuns aos evangélicos, como ser contra a união civil homossexual. "É grave que tenha sido alçado ao posto a despeito de intensa mobilização da sociedade em repúdio a seu nome", disse a Anistia. O texto prossegue com afirmações de que a entidade espera que os parlamentares brasileiros "reconheçam o grave equívoco cometido" com a indicação de Feliciano e "tomem imediatamente as medidas necessárias à sua substituição". A Anistia afirma ser essencial que integrantes da Comissão "sejam pessoas comprometidas com os direitos humanos e possuam trajetórias públicas reconhecidas pelo compromisso com a luta contra discriminações e violações" e que "direitos fundamentais não devem ser objeto de barganha política ou sacrificados em acordos partidários". Em entrevista exibida neste domingo (24) ao programa Pânico, da TV Bandeirantes, Feliciano afirmou que só deixaria o posto caso morresse
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