Coluna A Tarde: Campos balança Dilma

Ao precipitar, de forma surpreendente, a sucessão de 2014, o ex-presidente Lula provavelmente pensou de uma forma e o efeito que se observa é justamente outro. O inverso. A impressão que se tem é a de que o movimento valeu como um tiro no pé. Dele e da presidente Dilma. Lula detonou um processo, uma pré-campanha, imaginando favorecer a presidente, ao tempo em que colocaria obstáculos para os possíveis candidatos adversários, notadamente Aécio Neves e Eduardo Campos, mais para este do que para aquele. A eleição do ano passado para as prefeituras alavancou o prestígio de Eduardo Campos que se espraiou no Nordeste e, também, começa a pegar em outras regiões, com exceção do Sul e, talvez Sudeste onde estão situadas as forças tucanas e petistas. Aí, a questão é de tempo. Tempo que se vincula ao precoce lançamento de Dilma Rousseff. Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta terça-feira (19).