Coluna A Tarde: Direitos humanos e o pastor
Quem pode admitir que existam esforços para melhorar – embora Renan Calheiros esteja tentando fazê-los para salvar sua pele – a imagem do poder Legislativo brasileiro, especialmente o Congresso Nacional, quando um partido nanico, ou quase isso, o PSC, apresenta para ser presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, de grande importância para revelar o Brasil da ditadura, as suas torturas e mortes, um deputado com o pastor Marco Feliciano? Trata-se de uma zombaria, de um desrespeito à cidadania, de uma depravação moral, porque este parlamentar nada mais é do que uma figura menor, aética e amoral. Feliciano imagina-se justamente o inverso.
