Nove das dez comissões permanentes são definidas na Assembleia Legislativa da Bahia
Por David Mendes
Especiais ainda não foram definidas |Foto: Max Haack / Bahia Notícias
Os deputados estaduais definiram os nomes dos pares que comandarão as comissões permanentes da Assembleia Legislativa da Bahia. Dos dez colegiados permanentes, apenas a Comissão de Saúde e Saneamento não está totalmente definida. Apenas estão confirmados José de Arimatéria (PRB) na presidência do grupo e Graça Pimenta (PR) como vice, mas um impasse entre os parlamentares que compõem a bancada oposicionista do Legislativo baiano impede a definição dos nomes da minoria. Confira os presidentes e vices já definidos. O principal colegiado da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça será comandada por Joseildo Ramos (PT) e o vice Carlos Geilson (PTN); Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle será presidida por Adolfo Menezes (PSD) e Tom Araújo (DEM); Educação, Cultura, Ciências e Tecnologia e Serviço terá como presidente e vice Álvaro Gomes (PCdoB) e Bruno Reis (PRP), respectivamente; Comissão de Agricultura e Política Rural será dirigida por Luiz Augusto (PP) e a vice será ocupada por Herbert Barbosa (DEM), que preside ainda a Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo com Ângela Sousa (PSD) na vice-presidência; Defesa do Consumidor e Relações de Trabalho será presidida por Uziel Bueno (PTN) e o deputado Sildevan Nóbrega (PRB) será o vice; A Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública terá Temóteo Brito (PSD) no comando e o recém chegado oposicionista Carlos Gaban (DEM); Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos terá como presidente Leur Lomanto Júnior (PMDB) e Marcelino Galo (PT) como vice; Direitos da Mulher será presidida pela deputada Neusa Cadore (PT), que terá como vice Graça Pimenta (PR). Conforme já tinham informado, os líderes das bancadas da maioria e da minoria, as distribuições permanecera iguais às da última legislatura. Cada presidente de comissão pode receber até R$ 28 mil por mês para contratar assessores, o que força a AL-BA a gastar cerca de R$ 5 milhões por ano. Já as comissões especiais ainda não foram definidas.
