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Carballal aposta R$ 3 mil que oposição entregará cargos; Muniz diz que 'falta palavra' a Neto

Por Rodrigo Aguiar/ Evilásio Júnior

Carballal aposta R$ 3 mil que oposição entregará cargos; Muniz diz que 'falta palavra' a Neto
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
A sessão desta quarta-feira (20) na Câmara de Vereadores de Salvador manteve o clima de animosidade entre as bancadas de governo e oposição, devido à polêmica eleição do novo presidente da Comissão de Transporte, Trânsito e Serviços Municipais, Euvaldo Jorge (PP). Derrotado no pleito e insatisfeito com uma suposta "quebra de acordo" do presidente da Casa, Paulo Câmara (PSDB), o vereador Henrique Carballal (PT) chegou ao ponto de apostar R$ 3 mil com Marcell Moraes (PV). No entendimento do petista, os integrantes da ala da minoria que possuem cargos na Mesa Diretora – Arnando Lessa (PT, 1º secretário), Aladilce Souza (PCdoB, ouvidora) e Fabíola Mansur (PSB, 3ª vice-presidente) – deixarão suas cadeiras vagas. "Não tenho dúvida de que a bancada saberá responder", pontuou Carballal, em discurso no plenário. Logo após o fim da sessão que manteve o impasse, os contrários resolveram se reunir a portas fechadas para discutir a possibilidade de efetivar o motim. Surpreendentemente, o petista levou ao encontro um ofício de entrega dos postos com uma única assinatura: a do governista Carlos Muniz (PTN), que se insurgiu contra Paulo Câmara nesta terça (19) – com ameaça de que renunciaria e levaria Geraldo Júnior (PTN) e Cátia Rodrigues (PMN) consigo – e subiu mais ainda o tom 24h depois. "Houve falta de palavra do chefe do Executivo [ACM Neto] e do presidente da Câmara", reiterou a acusação, em público, ao cobrar um cumprimento de acordo do qual não participou. Na descida de Carballal do púlpito, uma pista: o Bahia Notícias flagrou a queixa de Muniz dirigida ao oposicionista: "Você não pediu a renúncia do cara [Paulo Câmara]".