'Tudo é dinheiro', diz Edilson Capetinha sobre vaga do Largadinho no carnaval
Por Bárbara Affonso / José Marques
Edilson sorri enquanto o Largadinho passa ao fundo | Foto: Bárbara Affonso / BN
O ex-jogador Edilson Ferreira, o "Capetinha", dono do bloco Bróder, disse que está "tudo resolvido" em relação à polêmica saída do bloco Largadinho, comandado pela cantora Claudia Leitte, no Circuito Barra-Ondina. Sua ex-mulher, Ivana Solon, que disse ser detentora de 99% direitos da empresa que comanda o trio, pleiteou na Justiça o direito à vaga no desfile, o que poderia impedir o Largadinho de se apresentar na folia momesca. Dias depois, o Ministério Público do Estado informou que averiguaria a venda de vagas - um procedimento ilegal - na fila do carnaval soteropolitano. "O Largadinho e o Bróder são a mesma coisa. Eu sou sócio de Claudia Leitte. Eu tinha parceria com a Timbalada, mas fizemos distrato há dois anos. Minha ex-mulher era sócia nessa parceria e ganhava dinheiro com isso, por isso a reclamação. Tudo é dinheiro", comentou, em entrevista ao Bahia Notícias. O ex-atleta também falou sobre a situação atual dos clubes de futebol baianos. Para ele, o Bahia e o Vitória fazem "tudo errado". "Eles não montam time para concorrer desde o início do ano. Fazem um time para o Campeonato Baiano e outro para o Brasileiro. Não dá tempo de os jogadores se entrosarem", criticou.
