Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Guarajuba: Dono da Barraca do Carlinhos diz que culpa é da prefeitura de Camaçari

Por David Mendes

Guarajuba: Dono da Barraca do Carlinhos diz que culpa é da prefeitura de Camaçari
Foto: Facebook
O proprietário da Barraca do Carlinhos, instalada na praia de Guarajuba, no Litoral Norte baiano, defendeu nesta quarta-feira (9) o uso dos sacos de areia e tapumes de madeira ao redor do seu estabelecimento e culpou a prefeitura de Camaçari pela necessidade de desfigurar a paisagem no local e oferecer riscos aos banhistas. Em contato com o Bahia Notícias, Carlos Alberto Canuto afirmou que a medida é para evitar que o mar invada o espaço, já que, segundo ele, as águas avançaram mais de 80 metros desde que se instalou no local, há 40 anos. “Quem está de fora não conhece a história. Tem que conhecer primeiro a história daquilo ali. Primeiro a área onde estou não é área de marinha. Quem avançou foi o mar e não eu”, disse. Segundo o empresário, há quatros anos a administração camaçariense prometeu realizar as obras de arrocamento – colocação de barreira de pedras – que chegaram a ser iniciadas, mas não foram concluídas. “Necessitamos da ajuda do poder público. inclusive foi promessa do ex-prefeito Luiz Caetano, que não cumpriu o prometido. Em abril do ano passado, o atual prefeito Ademar Delgado, na época secretário, prometeu que terminaria a obra. Vamos aguardar”, cobrou. Ainda segundo Carlinhos, o empreendimento já responde a uma ação junto à Secretaria do Patrimônio da União (SPU). No último dia 28 de dezembro, técnicos do órgão foram ao local e orientaram os comerciantes instalados na região que procurassem o órgão federal para resolver o impasse. Uma reunião deverá ser marcada logo após o superintendente da SPU, Rafael Dias, retornar das férias.
 Estou apenas me protegendo enquanto o poder público não toma uma providência. Se tiver que recuar, eu recuarei, mas sozinho não tenho condições já que o custo é alto para realizar o arrocamento”, disse.