Muniz nega briga com Bacelar e diz que ‘renuncia’ ao cargo se houver ilícito envolvendo sua família
Por Bárbara Souza
Foto: Maíra do Amaral / CMS
O vereador Carlos Muniz (PTN) entrou em contato com o Bahia Notícias e negou “qualquer problema” com o secretário municipal da Educação, João Carlos Bacelar. Segundo ele, os edis do partido “resolveram fazer uma visita” ao titular da Secult, após um “almoço com o presidente (Paulo Câmara-PSDB)”. No encontro com o secretário, relatou Muniz, os correligionários contaram como “tinha sido a eleição da Mesa Diretora” da Câmara de Salvador, que alçou o tucano à presidência da Casa. “Não houve problema nem briga nenhuma entre mim e João Carlos”, afirmou repetidas vezes Carlos Muniz, ao ressaltar a relação que tem “meu amigo João Carlos, que me ajudou a me eleger”. O vereador garante que “não tenho irmão nenhum que tem contrato com a Secult e nunca vão ter porque eu não seria irresponsável a esse ponto”, afirmou, ao qualificar como "inverídica" a informação de que seu irmão seria dono de uma das empresas fornecedoras de merenda escolar para a pasta. "A pessoa entrevistada para essa nota tinha um intuito: fazer com que eu brigue com João Carlos, mas isso não vai acontecer”, declarou. Questionado se a publicação da notícia havia gerado algum mal-estar com o comandante da Secult, Muniz disse “claro que gerou”. O vereador assegurou que “nenhum” parente seu tem “qualquer negócio” com a Secretaria da Educação. “Se algum irmão meu tiver qualquer tipo de contrato desse tipo que se falou na reportagem, eu renuncio a meu cargo”, finalizou Carlos Muniz.
