Aeroclube promete passarela como contrapartida à concessão até 2056
O Aeroclube Shopping & Office informou, através de nota, que o prazo de prorrogação da concessão de uso da área do empreendimento aprovado pela Câmara de Salvador foi definido em função dos prejuízos de cerca de R$ 150 milhões, sofridos durante os anos de embargo da obra de qualificação. Em contrapartida, o empreendimento se responsabilizou pela construção da passarela entre a Boca do Rio e o Parque do Vento, no terreno ao lado do espaço, obra que também precisou ser paralisada enquanto o embargo era vigente. Segundo o estabelecimento, a negociação do prazo de concessão da área é fruto de um estudo técnico e criterioso do contrato administrativo realizado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), assessorada pela empresa de consultoria e auditoria Deloitte. O centro de compras também prevê a criação de sete mil empregos com a revitalização do empreendimento.