Baixo crescimento nacional leva estados a cortarem despesas
Governadores têm sido obrigados a cortar despesas neste final de ano em função do baixo crescimento econômico nacional, o que causou um desequilíbrio nas contas estaduais. De acordo com reportagem da Folha, a arrecadação chega a ser 15% inferior ao previsto. Entre os cortes, estão gastos com obras e outras despesas que tem sido desacelerados ou suprimidos. A prioridade é garantir o pagamento de salários e 13º. “A frustração é nacional. Todos estão muito prejudicados”, afirma o secretário da Fazenda do Paraná, Luiz Hauly. Na Bahia, por exemplo, os pagamentos de fornecedores foram adiados para garantir a folha salarial. O mesmo aconteceu no Maranhão. No Rio Grande do Sul, um programa de quitação de dívidas de contribuintes foi lançado há um mês para conter a queda na receita. No Amapá, que basicamente depende de repasses federais (72% da receita), os salários de dezembro só serão pagos em janeiro.