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Filantrópicas reclamam de dívida de R$ 40 mi e pedem urgência à prefeitura

Filantrópicas reclamam de dívida de R$ 40 mi e pedem urgência à prefeitura
Foto: Divulgação
A crise financeira dos hospitais filantrópicos no estado foi discutida na tarde desta terça-feira (6), em reunião na Federação das Santas Casas Hospitais e Entidades Filantrópicas (FESFBA). As conclusões do encontro foram encaminhadas em ofício para a secretária municipal de Saúde, Tatiana Paraíso. Os representantes do setor filantrópico querem a antecipação para até sexta-feira (9) do encontro que a titular marcou para a próxima terça-feira (13). A federação tenta marcar a reunião há duas semanas. O setor está mais preocupado diante do atraso dos pagamentos referentes aos serviços prestados à prefeitura municipal devido ao fim da gestão e a aproximação do aumento de despesas por conta de obrigações trabalhistas dos hospitais. O débito com oito unidades médicas, já é superior a R$ 40 milhões em outubro. “Os questionamentos feitos em 16 de julho último, quanto aos atrasos nos pagamentos dos serviços prestados pelos filantrópicos aos usuários do SUS, a exemplo de: Santa Casa de Misericórdia da Bahia / Hospital Santa Isabel; o Monte Tabor / Hospital São Rafael; o Hospital Sagrada Família, o Hospital Martagão Gesteira e o Hospital Aristides Maltez,  continuam sem soluções definitivas e agravando-se a cada dia”, reclama o presidente da FESFBA, Mauricio Dias. O documento também aponta que o atraso médio de pagamentos das faturas referentes aos Postos de  Saúde do Município, administrados por filantrópicos, é de  quatro meses, a exemplo do 16º Centro, 5º Centro, São Marcos e Adriano Pondé. “A urgência e a gravidade da situação em que as entidades se encontram, por conta da falta de pagamento pela prefeitura, bem como seus possíveis desdobramentos, já que as entidades mencionadas decidiram começar, a partir de hoje, a elaborar seus respectivos planos de contingenciamento diante da situação”, alerta o ofício.