Pelegrino vota acompanhado da família e aliados políticos
Por José Marques / Mariele Góes
Foto: Max Haack/Ag Haack/ Bahia Notícias
O candidato a prefeito de Salvador Nelson Pelegrino (PT) votou aproximadamente às 10h30 deste domingo, na Faculdade de Direito da Ufba, no Vale do Canela. Ele chegou ao local acompanhado da vice de sua chapa, Olívia Santana (PCdoB), de familiares e dos senadores Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (PT). Além disso, diversos vereadores, deputados federais e estaduais da base aliada, bem como correligionários e secretários, aguardavam o postulante no local. O prefeiturável agradeceu à população e a todos os candidatos derrotados que o apoiaram no segundo turno e não demonstrou preocupação com as pesquisas divulgadas na última semana. “A pesquisa verdadeira é hoje, nas ruas, com o povo. São dois projetos bem claros. Espero que o eleitor não tenha votado pela continuidade e sim pela mudança”, afirmou, a caminho da urna.

O petista se posicionou contra a disputa entre militantes, registrada em algumas zonas da capital. “A orientação foi fazer uma campanha de paz, para que todos possam participar da festa da democracia”, disse. “Por parte do nosso adversário, tivemos uma campanha com panfletos apócrifos, com pessoal armado clandestinamente, até caminhões nossos tiveram vidros quebrados. Mas procuramos fazer uma campanha de alto nível. Por isso vamos receber as respostas hoje, nas urnas” declarou, quando questionado sobre as supostas ações truculentas da companhia Caatinga da Polícia Militar (PM) em alguns locais de votação, relatadas por militantes da sua legenda.

A grande quantidade de pessoas que quiseram acompanhar o voto do petista gerou uma pequena discussão entre Pinheiro e um mesário. O voluntário pediu ao senador que retirasse do local metade dos militantes, pois a quantidade excessiva de pessoas atrapalhava o funcionamento da sessão. O petista rebateu, ao apontar que era função do mesário organizar a fila. “Eu propus que ele voltasse e abrisse o corredor para que os outros eleitores passassem. Não houve conflito”, declarou o senador.
