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'Faltou voto; o resto é teoria', diz Kertész; apoio no segundo turno ainda será discutido

Por Bárbara Souza

'Faltou voto; o resto é teoria', diz Kertész; apoio no segundo turno ainda será discutido
Foto:Jailton Suzart/ Ag Haack / Bahia Notícias
O candidato do PMDB à prefeitura de Salvador, Mário Kertész, concedeu entrevista coletiva à imprensa e fez um balanço da sua participação da campanha.  “Foi uma oportunidade boa, uma campanha limpa, propositiva, estou muito feliz e satisfeito”, resumiu o prefeiturável. Ao lado do presidente estadual do partido, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, e do vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, MK deu um tom leve ao fato de não ter ido para o segundo turno.  “Faltou voto; o resto é teoria” declarou o peemedebista quando perguntado sobre o que explicaria sua derrota. Kertész disse que vai se reunir amanhã com Lúcio e Geddel para decidir “que rumo  vamos tomar”, mas “sem agonia, sem pressa”.  O radialista afirmou também que voltará ao trabalho na Rádio Metrópole “provavelmente” nesta segunda-feira (8) . Na avaliação de Mário, no saldo de campanha, “os marqueteiros perderam um pouco” porque “tem que ser a supremacia do candidato, de ele se expor, como ele é, com seu jeito, suas convicções”. Em resposta ao Bahia Noticias, Kertész atribuiu os cerca de 10% de votos válidos  [no momento da coletiva] 
a três fatores: “à força do PMDB, ao trabalho no rádio e na TV e ao aperto de mão do eleitor”.  Apesar de ter dito que, caso não fosse para o segundo turno, iria se desfiliar do PMDB e voltar para a rádio, neste domingo (7), o peemedebista disse que “não tem pressa” de deixar a legenda, mas assegurou que não vai ser candidato “a mais nada”.