Imbassahy admite 'paquera' com Kertész mas compara acerto com Neto a 'reencontro' de namorados
Por Rodrigo Aguiar
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) admitiu nesta sexta-feira (14) sua insatisfação inicial em apoiar o democrata ACM Neto na disputa pela prefeitura de Salvador e reconheceu que, durante o período em que se manteve recluso e afastado do debate sobre o pleito municipal na arena pública, dialogou com o peemedebista Mário Kertész. “No início, tentamos a união das oposições, mas não foi possível. Depois, coube a mim observar. Conversei, sim, com o PMDB”, disse durante a coletiva. Mais tarde, em entrevista ao Bahia Notícias, o tucano afirmou que, em função desses diálogos, achou importante falar com Kertész nesta sexta antes de anunciar o apoio a Neto. A metáfora amorosa feita pelo democrata foi retribuída por Imbassahy. Se Neto revelou que lhe fez a corte por muito tempo, o ex-prefeito comparou o acerto com o candidato do DEM com uma reconciliação de casal. “Quando a gente era jovem e brigava com a namorada, tinha certeza de que o reencontro era mais quente”, metaforizou Imbassahy. Os dois personagens centrais da coletiva negaram que o acordo tenha sido firmado por uma determinação nacional de suas legendas, apesar de reconhecerem a existência de conversas com os tucanos José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin, assim como o democrata José Agripino Maia. “Todos ficaram felizes, mas o entendimento foi construído em solo soteropolitano”, declarou Neto.
