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Debate na Aratu: Candidatos fazem perguntas entre si, mas não cedem a provocações

Por Juliana Almirante

Debate na Aratu: Candidatos fazem perguntas entre si, mas não cedem a provocações
Foto: Divulgação / PMDB
Na segunda parte do debate da TV Aratu, realizado na noite desta terça-feira (14), os candidatos sorteados fizeram perguntas entre si.  O primeiro, Mário Kertész (PMDB), questionou a ACM Neto (DEM) como pretende gerir Salvador “com as próprias pernas”, como o democrata costuma dizer. Neto respondeu que tem propostas para tal e negou que a cidade não tenha dinheiro para a administração. “Tem dinheiro sim e pode ter muito mais dinheiro. Não com a gestão de hoje, mas com uma mais eficiente”, avaliou. O postulante Rogério Da Luz (PRTB) indagou Nelson Pelegrino (PT) sobre a quantidade de partidos da sua coligação, que obteve maior tempo para propaganda de televisão. Pelegrino replicou que a coligação tem um líder. O postulante do PRTB cutucou: “Fico imaginando se Fernandinho Beira Mar fosse presidente de um partido que estivesse na sua coligação...”. O petista foi o sorteado seguinte e questionou o peemedebista Mário Kertész qual a proposta que tem para a saúde pública. Kertész voltou a dizer que todos têm propostas parecidas e lembrou as indicações que Pelegrino teria feito para a Secretaria Municipal de Saúde. “Saúde não era prioridade no governo atual, vamos gastar 20% com saúde”, replicou o petista. O democrata ACM Neto perguntou a Márcio Marinho (PRB) se concorda com a sua proposta de descentralização administrativa. Marinho elogiou a pergunta do concorrente e reiterou sua concordância com a proposição. Por fim, Hamilton Assis (PSOL) comparou, em pergunta ao candidato petista, a forma com que o governo de Jaques Wagner (PT) tratou a greve dos professores, semelhante à do ex-governador Antônio Carlos Magalhães, que praticaria o arrocho salarial com as categorias em paralização. Em resposta, Pelegrino destacou a sua trajetória ligada aos movimentos sindicais e negou que o seu partido tenha endurecido a postura com os servidores: “Quem tem lado não muda”.