Presidente alega falta de efetivo da AL-BA e cobra desocupação à Justiça
Por David Mendes / Evilásio Júnior
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Após se esquivar em entrevista coletiva sobre o não envio de tropas da Polícia Militar para retirar os professores grevistas da Assembleia Legislativa, o presidente da Casa, Marcelo Nilo (PDT), em conversa com o Bahia Notícias, cobrou da Justiça o cumprimento da reintegração de posse. “Se o Poder Judiciário disser que quem tem que mandar desocupar é Marcelo Nilo, na marra, eu vou lá e tiro na marra. Se ele disser que quem tem que tirar são os soldados da Assembleia, será feito, mas a ordem terá que ser cumprida pelo comando da PM”, pontuou, ao citar que tanto a Secretaria de Segurança Pública quanto a PM foram notificadas na decisão do juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública, Ruy Britto. O parlamentar alegou falta de estrutura para conseguir remover os docentes do prédio. “Primeiro que eu não tenho nem quantidade para mandar agir e segundo que decisão judicial não se discute. Isso não é papel do Poder Legislativo. O nosso efetivo é para proteger o patrimônio público”, ponderou. O comandante-geral da PM, coronel Alfredo Castro, revelou ao BN que não encaminhará policiais à AL-BA.
