Suspensão da Louos interrompe 133 obras; lista contém igrejas e hipermercados
Obras da sede do MP-BA, no CAB, também estão embargadas
Com a decisão judicial que suspendeu parcialmente a Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município (Lous), 133 obras de edifícios, hipermercados e até igrejas de Salvador são obrigadas a interromper as atividades a partir desta terça-feira (10), sob pena de receber multas de R$ 250 a R$ 5 mil. A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), órgão responsável pela fiscalização, também divulgou, na segunda (9), a lista dos 12,759 mil estabelecimentos que tiveram cancelados os Termos de Viabilidade de Localização (TVLs), documentos com liberação para exercer determinada atividade. Entre os afetados pela decisão, estão bancos, hotéis, farmácias e clínicas, a exemplo da Arquidiocese de São Salvador, na Cidade Nova; do Bompreço da Boca do Rio; da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no Imbuí, além de empreendimentos de grandes construtoras, como a da Gafisa, em Patamares, e da OAS no Cabula. Até mesmo a sede do Ministério Público Estadual, no CAB, os hospitais Santa Izabel, Roberto Santos e Evangélico e redes de varejo como Americanas e Insinuante tiveram obras afetadas.
