Kertész minimiza falta de alianças, critica 'projeto de poder' petista mas não fecha portas
Por Rodrigo Aguiar
Foto: Tiago Melo/Bahia Notícias
Candidato do PMDB à prefeitura de Salvador, o radialista Mário Kertész minimizou nesta quinta-feira (28) a ausência de alianças do partido para a disputa do primeiro turno das eleições municipais. “Eu acho engraçado quando perguntam se o PMDB vai só. Um partido com a história, o tamanho e a participação que o PMDB tem no governo federal nunca estará sozinho”, afirmou Kertész, sentado ao lado do vice-presidente Michel Temer, em entrevista coletiva no restaurante Baby Beef. O prefeiturável voltou a lamentar o fracasso no projeto de união das oposições e atribuiu mais uma vez a falta de acerto ao Democratas. “Não foi possível unir, sobretudo por causa da ação do DEM, que tem um projeto não para Salvador, mas para salvar o partido”, reiterou. Kertész também criticou o PT, ao dizer que a sigla tem apenas “um projeto de poder”. No entanto, ao ser questionado mais cedo pelo Bahia Notícias sobre uma declaração anterior – de que não teria problema em apoiar o candidato petista Nelson Pelegrino –, o peemedebista evitou falar novamente sobre o assunto, mas adiantou que aceitaria o apoio do deputado em um possível segundo turno. “Espero sinceramente estar no 2º turno. Vou trabalhar com vontade para isso. Nesse caso, terei que fazer alianças, mas em torno de projetos”, ressaltou.
