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Coluna A Tarde: A teoria da vaia

Há uma vinculação curiosa entre o político e as vaias. Assim como, também, entre os clubes de futebol e suas torcidas. Entre a vaia ao político e a vaia ao clube há um diferencial. O clube a arquibancada respeita, porque há paixão no relacionamento. Quando acontece com o político a relação passa a ser outra: a tendência é aumentar a malquerença. Não me lembro de político, em cargo majoritário, que não tenha sido vaiado. Aliás, num processo revisionista posterior aos anos 80 (depois do corte institucional onde a ditadura estabeleceu as suas regras anti-cidadania), houve um encanto entre o País e Tancredo Neves. O duende mineiro que morreu antes da posse na Presidência era amado. O Brasil chorou quando seu corpo foi sepultado no cemitério de São João Del Rey, cercado pelas montanhas de ferro do seu estado natal. Depois daí, a lembrança apaga. Clique aqui e confira a íntegra da coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde desta quinta-feira (28).