Sem licença ambiental, concessionárias da Paralela descartam lixo tóxico como resíduos comuns, acusa ONG
Por Evilásio Júnior
Suposto crime ambiental é apurado pelo MP | Fotos: Geamo
A 2ª Promotoria do Meio Ambiente do Ministério Público da Bahia (MP-BA) apura um caso de supostos crimes ambientais que seriam realizados por diversas concessionárias de veículos instaladas na Avenida Paralela, em Salvador. De acordo com a denúncia, protocolada em 18 de abril pelo Grupo Ecológico Amigos da Onça (Geamo), as empresas não dariam destinação adequada ao lixo produzido em suas atividades. Estão listadas na ação a Citröen Toulouse, Miwa Mitsubishi, Brune Renault, Indiana Ford, Rodobens Mercedes, Baviera Volkswagen, Caoa Hyundai, bem como os postos de combustíveis Shell, na entrada do Imbuí, BR, lateral à Caoa, e Menor Preço, ao lado da Indiana. Fotos anexadas ao processo mostram o descarte de materiais poluentes como embalagens de óleos lubrificantes, de detergentes, filtros de ar, óleo e combustível, tambores metálicos, pneus, entre outros itens, em contêineres destinados a armazenar lixo comum, instalados pelas próprias revendedoras de veículos, na Rua Ibipitanga, transversal da via onde estão sediadas.
