Desembargador diz que sociedade aceita atividades ilegais de Cachoeira
Na decisão que determinou a soltura de Gleyb Ferreira da Cruz, o suposto braço direito de Carlos Cachoeira na exploração ilegal de jogos, o desembargador Fernando Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) relativizou a suspeita atividade ilegal do grupo. O magistrado avaliou que os jogos de azar são “largamente aceitos” pela sociedade. O desembargador disse ainda que o estado de Goiás editou duas leis que autorizavam a exploração de jogos de azar e que só em 2007 o STF derrubou a prática. “Veja-se que muitos setores da sociedade defendem a legalização dos jogos de azar, visto que a prática é largamente aceita pela sociedade em geral, ainda que seja ilegal”, ressaltou.