Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Negromonte Jr. diz que presidente do Sindipan agendou audiência com ele no final do ano

Por Rodrigo Aguiar

Negromonte Jr. diz que presidente do Sindipan agendou audiência com ele no final do ano
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
Após sugerir que o presidente do Sindicato dos Panificadores da Bahia (Sindipan), Mário Pithon, faria “lobby do trigo”, o deputado estadual Mário Negromonte Jr. (PP) afirmou que o empresário agendou uma audiência com ele no dia 28 de novembro de 2011, às 15h30, o que vai de encontro a uma declaração do dirigente de que nunca pediu um encontro com o parlamentar. Autor do projeto de lei que pretende regulamentar a adição de 10% da fécula da mandioca ao pão francês (o famoso cacetinho), Negromonte Jr. acusou Pithon de tentar “desviar o foco do projeto para ataques pessoais e inverdades”. O “cacete” entre os dois começou quando o presidente do Sindipan acusou o deputado de plagiar, em sua proposta, um artigo de dois pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Em resposta, o pepista afirmou que só voltaria a conversar com o antagonista na presença da Polícia Federal e do Ministério Público e fez a sugestão do “lobby do trigo”. Foi a deixa para que o empresário prometesse acionar o parlamentar judicialmente. Em entrevista ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (10), o deputado relatou que foi procurado pelo chefe do Sindipan no final do ano passado e que o encontro entre os dois chegou a ser marcado, mas não aconteceu, por cancelamento do próprio parlamentar. “Há ainda diversas testemunhas que presenciaram ele dizer que tentou falar comigo diversas vezes e não conseguiu”, completou. Ao falar sobre a insinuação de que o rival faria lobby, o deputado tentou minimizar o seu discurso anterior, mas o efeito foi o mesmo. “Não chamei ele de lobista. O que eu disse foi que não recebi nem receberei lobby do trigo. Agora, se a carapuça serviu, o problema é dele”, avaliou.