"MANOBRA DE GUERRA"
O chanceler da Venezuela, Nicolás Maduro, qualificou hoje a detenção nos Estados Unidos de quatro pessoas acusadas de conspiração pelo caso da mala confiscada de um empresário de seu país em Buenos Aires, como uma "manobra de guerra" do Governo de George W. Bush para frear as lideranças políticas da América do Sul. Segundo Maduro, os EUA "pretendem criminalizar cidadãos venezuelanos que têm atividades econômicas nos EUA e tentam armar situações para atacar moral e politicamente a democracia venezuelana, o presidente Hugo Chávez e as novas lideranças do continente como Cristina Fernández de Kirchner".