Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Maurício Trindade não rejeita compor chapa com Pelegrino

Por Rodrigo Aguiar

Maurício Trindade não rejeita compor chapa com Pelegrino
Foto: Evilásio Júnior / Bahia Notícias
O deputado federal Maurício Trindade (PR) comentou o rompimento dos senadores da legenda com o Palácio do Planalto, opinou que o partido não está bem representado com cargos no governo federal e apostou que o afastamento causará prejuízos para a presidente Dilma Rousseff (PT). “Se todos nós a ajudamos a chegar ao poder, nada mais natural do que participássemos do seu governo, o que não acontece há oito meses”, afirmou o parlamentar, em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102.5, nesta segunda-feira (19). Conhecido pelo seu estilo “não sou inimigo de ninguém” – exaltado por ele próprio – Trindade disse acreditar que a ruptura com o governo é temporária e classificou a insatisfação dos senadores do PR como uma zanga. “A política é a arte de conversar”, resumiu. O deputado reiterou que, ao contrário dos correligionários Elmar Nascimento e Sandro Régis, não deseja ver a sigla na oposição. Pré-candidato a prefeito de Salvador e apontado nos bastidores como um possível vice em uma chapa com Nelson Pelegrino (PT) na disputa pela sucessão municipal, Trindade não rejeitou o cenário político, mas foi evasivo ao falar sobre a possibilidade. “Ninguém está livre de fazer uma composição: eu ser vice de Pelegrino, ele ser meu vice...”, avaliou. O republicano negou ainda qualquer chance em assumir a presidência do PR baiano, no lugar de César Borges, assim como opinou ser muito difícil o ex-senador assumir o Ministério dos Transportes em substituição a Paulo Sérgio Passos, quadro do partido que não tem o apoio da legenda. “Não acredito que ele vá ser ministro, porque bancadas mais fortes do partido, como as de São Paulo, Minas Gerias e Rio de Janeiro, também têm os seus nomes. No meu caso, não tenho interesse em assumir a presidência. Estou em pré-campanha e dificilmente teria tempo”, avaliou.