Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Campello defende candidatura de Haroldo Lima a vereador

Por Evilásio Júnior

Campello defende candidatura de Haroldo Lima a vereador
Foto: Divulgação
Na onda do discurso de “requalificação da Câmara Municipal de Salvador”, com a candidatura do ex-governador Waldir Pires (PT), o secretário estadual para Assuntos da Copa, Ney Campello (PCdoB), tenta convencer o seu correligionário e ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, a concorrer a uma das 43 cadeiras de vereador nas eleições deste ano. Em contato com o Bahia Notícias, o titular da Secopa argumentou que Pires e Lima se diferenciam na política atual por terem dedicado as suas vidas à luta pelos ideais. “A entrada de Haroldo Lima na Câmara qualifica o debate sobre a crise do Município e valoriza o papel do legislador. Ele é um patrimônio moral e histórico da cidade do Salvador”, definiu o secretário. De acordo com Campello, ainda não há confirmação de que o comunista histórico aceitará a missão, mas a ideia já foi bem recebida. Tanto que várias manifestações de apoio também já foram proferidas. Nascido em Caetité, no sudoeste baiano, Haroldo Borges Rodrigues Lima, que hoje mora no Rio de Janeiro, completará 74 anos no próximo dia 7 de outubro. Engenheiro elétrico, formado pela Universidade Federal da Bahia, iniciou a sua atividade política nos movimentos estudantis e, em 1982, foi eleito deputado federal pela primeira vez, ainda pelo PMDB. Com a legalização dos partidos de esquerda, em 1985, ele pode, enfim, se filiar oficialmente ao PCdoB, legenda pela qual foi deputado constituinte em 1988. A última vez que disputou um cargo eletivo foi em 2002, quando foi derrotado ao Senado por Antonio Carlos Magalhães e César Borges (hoje PR), ambos do extinto PFL.