Justiça bloqueia bens de acusados em fraudes no Ministério do Turismo
A Justiça Federal bloqueou bens de envolvidos em supostas fraudes em convênios firmados entre o Ministério do Turismo e a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), entre 2006 e 2010. O Ministério Público Federal pede que R$ 1,9 milhões sejam devolvidos aos cofres públicos, em ação de improbidade administrativa contra a entidade e seu presidente, Apostole Lazaro Chryssafidis. Apresentado em São José dos Campos (SP), o documento relata “mau uso de verba pública em cinco convênios”. Além da ação, um inquérito civil examina outros dez contratos do Ministério do Turismo com a associação e investigações penais também estão em curso. A Abetar é uma entidade de âmbito nacional, não ligada ao governo e sem fins lucrativos. Em seu site, a instituição diz que seus principais objetivos são defender os interesses das empresas de transporte aéreo regional e de linhas aéreas regionais, além de “representar os seus associados perante as autoridades constituídas em todos os níveis”. No começo das investigações do MPF, a Abetar negou qualquer irregularidade. Informações do Estadão.