Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Rio: Associações de moradores reagem a crescimento do carnaval carioca

Rio: Associações de moradores reagem a crescimento do carnaval carioca
Entidades criticam sujeira, xixi, trânsito e ambulates |Foto: O Globo
A Associação de Moradores do Leblon, irritada com a sujeira deixada por ambulantes, os transtornos no trânsito e o mau cheiro de urina nas ruas, cobrou do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, uma reunião para tratar do crescimento dos blocos carnavalescos. Já o Projeto Segurança de Ipanema foi mais longe e entrou com uma representação no Ministério Público com o pedido que ambulantes sejam proibidos de vender bebidas alcoólicas nos blocos. Instituições que representam hotéis, agências de viagens, bares e restaurantes dizem que a organização melhorou, mas apontam o lixo nas ruas e os mijões como problemas que precisam ser resolvidos para que o samba não atravesse. A presidente da entidade do Leblon, Evelyn Rosenweig, diz que as ruas internas do bairro ficaram "intransitáveis". Ela denuncia que crianças e adolescentes venderam e consumiram bebidas alcoólicas nos blocos. “O Rio não está preparado para tanta gente. A coisa chegou ao limite. Era cheiro de álcool o tempo todo", criticou em entrevista ao jornal O Globo. Responsável pela logística da folia momesca carioca, o diretor da Dream Factory, Duda Magalhães, disse considerar que a operação de banheiros, de trânsito e de limpeza funcionou melhor que em anos anteriores. Ele admitiu ter assistido a cenas de menores vendendo bebidas, mas argumentou que a prefeitura reprimiu esse tipo de atividade dos ambulantes.