Metrô: Acordo entre prefeitura e Estado continua incerto
Apesar de sua assessoria afirmar nesta segunda-feira (16) que o prefeito João Henrique aguardava apenas um parecer da Procuradoria-Geral do Município (PGM) para assinar o termo de anuência para a implantação do metrô na Avenida Paralela, o clima continua a ser de instabilidade e incerteza entre as instâncias municipal e estadual. Em nota divulgada à imprensa, João Henrique disse que aguarda
subsídios de R$ 33 milhões sinalizados pelo Ministério das Cidades e que não pode depender do Estado para fazer o metrô funcionar, informa o jornal A Tarde desta terça-feira (17). “Os recursos pleiteados ao Estado não podem se tornar condição imprescindível para operacionalização do sistema”, afirma a nota. A viagem do prefeito para a Espanha sem assinar o termo de anuência foi interpretada como um mau sinal pelo secretário estadual de Planejamento, Zezéu Ribeiro. “Isso dá um sentido protelatório ao processo, já que a questão não está resolvida”, declarou ao jornal. Em suas críticas ao gestor, o secretário foi mais longe ainda. “O mais absurdo é essa perda de espírito público. O metrô é de importância fundamental para a cidade”, destacou. O retorno de João Henrique está previsto para o dia 24.