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Escritor pede cassação de Bolsonaro e provoca parlamentares: ‘Parece que são vagabundos preguiçosos’

Por Evilásio Júnior

Escritor pede cassação de Bolsonaro e provoca parlamentares: ‘Parece que são vagabundos preguiçosos’
O escritor baiano Maneca Ferreira ingressou nesta quarta-feira (7) com três representações contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), por ter sugerido que a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), é homossexual. As ações foram anexadas a reportagens de jornais e entregues na Polícia Federal, Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Bahia). Para o denunciante, a afirmação do pepista, além de quebra de decoro parlamentar, é um flagrante crime de injúria e difamação, previsto no Código Penal. “Estou indignado e revoltado. Isso é obrigação dos deputados e dos procuradores [do Ministério Público], mas ninguém faz nada. A declaração dele é um claro desvio de conduta, homofobia, deselegância e preconceito. Ele fica fazendo factóide para aparecer na imprensa, mas não mostra os projetos que já fez. Esse Bolsonaro tem um triste histórico de desequilíbrio: atacou Preta Gil, não gosta de preto, não gosta de homossexual. Dessa vez, ele extrapolou”, revoltou-se Ferreira, em entrevista ao Bahia Notícias. Perguntado sobre o motivo pelo qual a medida não teria sido adotada por parlamentares ou pelo MP, o autor de livros rasgou a página: “Isso é medo, falta de cultura, excesso de ego inflado ou não querer se indispor. Parece que é um monte de vagabundos preguiçosos”, torpedeou. Maneca Ferreira, que já tinha acionado o ex-presidente José Sarney – atual senador pelo PMDB-AP – e a ex-ministra Benedita da Silva (PT-RJ), que fez uma viagem particular a Buenos Aires paga pelos cofres públicos, diz não temer represálias. “Só tenho medo de mulher, quando a paixão sobe à cabeça”, avisou.