Caso Rafinha: Em entrevista exclusiva ao BN, Tas chama veículos de hipócritas: 'Todos têm limites'
Por Evilásio Júnior (São Paulo)
Foto: Evilásio Júnior
Marcelo Tristão Athayde de Souza, o Marcelo Tas, é engenheiro civil de formação, mas passou a atuar na TV em 1983, ano da sua graduação na Universidade de São Paulo (USP), quer seja como repórter, apresentador, ator, diretor ou roteirista de vários programas de diversas emissoras. Também escreveu para jornais, trabalhou no rádio e mantém, até hoje, o Blog do Tas. O paulistano, torcedor do Santos Futebol Clube, aos 51 anos, vive o auge da sua carreira com o “Custe o que Custar”, o CQC, veiculado às noites de segunda-feira na Band. Nesta entrevista exclusiva ao Bahia Notícias, após a sua participação no seminário “A Sociedade em Rede e a Comunicação”, promovido pela Telefonica/Vivo, na capital paulista, Tas falou de jornalismo, da fórmula de sucesso do CQC e sobre a polêmica demissão do companheiro de bancada Rafael Bastos, após dizer que “comeria ela e o bebê”, ao falar sobre a gravidez da cantora Wanessa Camargo. Para ele, o debate do episódio revelou uma hipocrisia da imprensa. “Todos os veículos que discutiram o caso do Rafinha não foram honestos com seus leitores, com seus ouvintes, porque omitiram que todos os veículos têm limites. É muita covardia isso, né? É apostar na burrice do seu ouvinte, do seu leitor”, disparou. Clique aqui para ler a entrevista na íntegra.
