"Abatido à bala" não foi para desafiar Dilma, diz Lupi
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (PDT), afirmou nesta quarta-feira (9) que as declarações de que só deixaria o comando da pasta se fosse “abatido à bala”
não são um desafio à presidente Dilma Rousseff (PT). "Estou desafiando a onda de denuncismo que o Brasil virou. Eu estou desafiando a gente macular a honra das pessoas sem direito de defesa. Eu estou desafiando aqueles que mentem. Eu estou desafiando aqueles que usam da mentira um instrumento para acabar com a reputação das pessoas", disse em entrevista a repórteres, durante a reunião do Plano Brasil Sem Miséria, em um hotel de Brasília. O pedetista disse ainda que a crise do ministério já está superada e, segundo ele, tudo já está "documentado, explicado e entregue à mídia". "Quem não deve, não teme", declarou. Ao ser questionado se seria a "bola da vez" – em referência a atual crise –, Lupi brincou: "Só se for a bola sete, que é a bola que dá a vitória". O ministro irá à Câmara nesta quinta (10) para prestar esclarecimentos sobre acusações de irregularidades na pasta, denunciadas pela revista Veja.
