
A consequência imediata do ataque à repórter da TV Globo, Monalisa Perrone, quando ela estava ao vivo no Hospital Sírio-Libanês para informar o estado de saúde do presidente Lula, na segunda-feira (31), não foi apenas a
criação de “cercadinhos” para os repórteres que entrarem no ar. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os dois seguranças que acompanhavam a jornalista foram demitidos. Os funcionários terceirizados prestavam serviço à empresa Graber, que contesta a demissão, pois justifica que teria sido contratada para proteger o equipamento da emissora e não a equipe de jornalismo. Após o incidente, a Globo decidiu reformular todo o seu departamento de segurança. Monalisa Perrone abriu um boletim de ocorrência por lesão corporal após ser agredida por Thiago de Carvalho Cunha, de 23 anos,